Da navalha ao berimbau: capoeira e malandragem no Rio de Janeiro

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Ao perseguirmos a figura do malandro, nos deparamos com a realidade do regime escravocrata no Brasil e seus reflexos nos mercados de trabalho formais e informais. Neste sentido, observamos que para o negro não existia diferença entre sua condição escrava e os anos que sucederam a abolição. As normas contratuais continuavam escritas em letras escarlates, mediadas pelo chicote do capataz ou o pelourinho do capitão do mato. Surgem os maus andarilhos, que fazem do Rio de Janeiro seu reduto, se aprimorando no uso da navalha, das rasteiras e cabeçadas. São os capoeiras, que aglomerados em Maltas, levam pânico às ruas do Rio de Janeiro.

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Da navalha ao berimbau: capoeira e malandragem no Rio de Janeiro

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Dimensões 224 × 16 × 23 cm

Jorge Felipe Columá

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