Ao perseguirmos a figura do malandro, nos deparamos com a realidade do regime escravocrata no Brasil e seus reflexos nos mercados de trabalho formais e informais. Neste sentido, observamos que para o negro não existia diferença entre sua condição escrava e os anos que sucederam a abolição. As normas contratuais continuavam escritas em letras escarlates, mediadas pelo chicote do capataz…