Uma experimentação antipoética semiconcreta sobre o quaseamor e a ultraloucura cotidiana em quase primeira pessoa. Tiago Sturião reinventa a estética da palavra através da comunicação extraverbal explorando novos sentidos de forma e ritmo dos vocábulos como se fossem organismos vivos. A narrativa de caráter concretista expõe formas renovadas de sensibilidade e de experiência verbovisual, sem preocupações com a estética tradicional…