Jornalista carioca, aspirante a roteirista, sempre gostou de contar e ouvir histórias. Sabia que sua vida estaria de alguma forma envolvida com as letras. Nunca teve talento para cálculos, muito menos para esportes, e sempre encontrou na palavra seu lugar de refúgio. A poesia surpreendentemente se tornou sua válvula de escape. É ali que extravasa seus monstros, medos, angústias, amores. Sem a poesia, provavelmente sua cabeça já teria explodido.
