Um grande interesse sobre o funcionamento do cérebro tem invadido o meio acadêmico, sobretudo após desconcertantes descobertas proporcionadas pelos exames de imagens. O cérebro passa então de ilustre desconhecido e pouco compreendido a objeto de estudo com técnicas mais objetivas e esclarecedoras. De um “cliente” obscuro desafiadoramente recostado em um divã a um órgão intimamente exposto numa mesa de laboratório.