O Brasil se supera em sua capacidade de nos assombrar. Para criar na ficção um país como o nosso, seria necessário reunir, numa só pessoa, a imaginação de García Márquez, Ionesco, Beckett, Jarry e Feydeau. E, claro, Mario de Andrade: afinal, aqui, flutuamos entre o fantástico, o absurdo, o surreal e o farsesco, mas nunca nos afastamos do mau-caratismo de…